Novo hospedeiro intermediário da fasciolose hepática ovina
DOI:
https://doi.org/10.18779/cyt.v18i2.905Palavras-chave:
ciclo biológico, exame coprológico, ovos de parasitas, moluscosResumo
Com o objetivo de avaliar os moluscos existentes em diferentes biótipos como possíveis hospedeiros intermediários da Fasciola hepatica, foram estudados clinicamente 120 ovinos da raça crioula, criados em condições semi-rústicas e em fase de engorda, com sintomas clínicos típicos de processos parasitários relacionados à fasciola. . Sua origem foi proveniente de diversos autoconsumos localizados no município de Camagüey-Cuba. Foram realizadas 41 necropsias para avaliação das lesões patológicas. Foi realizado um levantamento coprológico em 100 ovinos para determinar a presença de ovos do parasita e foram coletados 100 caramujos de cada um dos locais em estudo como possíveis hospedeiros intermediários da doença. Para análise dos dados foi utilizada estatística descritiva, especificamente tabela de frequência e percentual, até análise transversal baseada em tabela de contingência. Os resultados refletiram que 86% das ovelhas doentes apresentavam sintomas clínicos típicos da fasciolose crônica. 80,4% das necropsias refletiram lesões patológicas características de Fasciola hepatica em sua fase crônica. 31% dos exames coprológicos mostraram ovos com diferentes estágios embrionários de Fasciola hepatica. Os percentuais de infestação por espécies de moluscos foram: 65,7% para Fossaria cubensis, 24% para Pseudosuccinia columella e 54,9% para Tarebia granifera. O caramujo Tarebia granifera foi relatado pela primeira vez em Cuba como hospedeiro intermediário associado à fasciolose ovina.Downloads
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